Mostrando postagens com marcador Autoconhecimento.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Autoconhecimento.. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de novembro de 2009

Sou



Quem eu sou? Quem você é?
Somos tempestade... outras vezes, chuva fina...
Somos vendaval... outras vezes, brisa...
Somos complexos... outras vezes, simples...
Somos dor... outras vezes, prazer...
Somos o devir, o fluir natural da vida...
Somos movimento, transformação...
Por isso quando descobrimos um dos nossos "lados", outros podem ver o nosso avesso...
Mas não somos só um lado, não somos só avesso...
Somos o que somos, somos o queremos ser...
Elisa Oliveira


Foto by elisa, Baia do Pontal, Morro de Pernambuco Ilhéus(BA).

Um novo jeito



“Não há caminho novo. O que há de novo é o jeito de caminhar”, já nos disse Tiago de Melo. Os caminhos são muitos... E certamente todos nós buscamos um jeito novo de caminhar. Um jeito mais gentil, mais amigo, mais atencioso, eu diria até mais elegante. Jeito esse que se reflete em nosso comportamento. E que por isso passa a ser percebido.
Você pode dizer que não é fácil mudar o próprio jeito e eu concordo, mas acrescento: é possível. É uma questão de disposição, atitude e educação. Disposição porque é preciso querer, estar a fim de mudar e encarar o esforço e a vigilância necessária para realizar tal mudança.
De atitude porque à medida que mudamos internamente nossa forma de pensar, de ver, de sentir, isso vai se refletindo em nosso comportamento.
De educação porque reflete a aquisição de valores, regras sociais e conceitos que nos permite manter um relacionamento melhor e mais equilibrado com a sociedade de modo geral. Dessa forma, podemos aprender, ensinar e aprender ensinando.
As situações educativas do cotidiano se apresentam para nós na medida exata daquilo que precisamos aprender. Elas são sempre compatíveis com a nossa necessidade. Por isso, somos capazes de aprender ensinando.
Quer seja no ambiente familiar, escolar, profissional, religioso sempre teremos a oportunidade de nos apresentamos com um jeito novo e logicamente melhor de nos comportarmos.
É importante lembrar que o jeito novo ao qual me refiro vai muito além do comportamento polido do tipo usar talheres de forma adequada ou das ‘palavrinha mágicas’, por favor e obrigada. É, na verdade, a educação e a gentileza desobrigada. As que fazemos porque sentimos prazer em fazer, porque respeitamos a todos, porque queremos que o outro nos trate da mesma forma, e por fim porque estamos aprendendo a gostar de gente, seja quem for.
É fácil percebermos quando esse jeito novo começa a ser internalizado em nós, porque há uma maior aproximação do outro. Ser gentil, alegre, carinhoso, simples, atencioso é ter um imã do qual as pessoas não conseguem se afastar. Porque no fundo o que todos queremos é sermos bem tratados, mesmo quando ainda não sabemos expressar esse querer de forma adequada.
Na mesma medida que esse jeito novo vai sendo internalizado ele vai sendo externado através de palavras e atos. Então, passamos a ter palavras mais doces do que amargas, olhares mais amigos que críticos, mãos mais carinhosas que violentas, pensamentos mais compreensivos que intolerantes... enfim um comportamento que reflete o respeito ao outro.
Somos pontuais, respeitamos os limites, aceitamos as escolhas e os escolhos, cumprimentamos aqueles que ainda não conhecemos, ouvimos mais que falamos, oferecemos pequenos mimos, somos solidários, generosos, delicados, amigos, tudo na exata medida do que já nos permitimos...
Lembre-se: o seu jeito atual e o seu novo jeito de ser só depende de VOCÊ!
Elisa Oliveira


Foto by elisa, Rodovia Ilhéus/Itacaré km 25/26.

Para Refletir

O piquenique das Tartarugas

Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique. As
tartarugas,
sendo naturalmente lentas, levaram 7 anos preparando-se para o
passeio.
Passados 6 meses, após acharem o lugar ideal, ao desembalarem a cesta
de pique nique descobriram que estavam sem sal. Então, designaram a
tartaruga mais nova para voltar em casa e pegar o sal, por ser a
mais rápida.
A pequena tartaruga lamentou, chorou e esperneou.
Concordou em ir, mas com uma condição: que ninguém comeria até
que ela retornasse.
Três anos se passaram... Seis anos... e a pequenina não tinha retornado.
Ao sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha já não
suportando mais a fome,
decidiu desembalar um sanduíche.
Nesta hora,a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:

'Viu! Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo
buscar o sal'.
Na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma
forma.
Desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de
nossas expectativas.
Ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo que
deixamos de fazer o que nos compete.
Como disse Mário Quintana: 'O pior dos problemas da gente é que ninguém
tem nada com isso'.
Viva sua vida e deixe de se preocupar com a opinião e o interesse
dos outros por você.

Recebi por e-mail sem autoria.

Crenças



Uma caravana de camelos atravessa o deserto. Chegou a hora do descanso e o cameleiro preparava-se como habitualmente para prender os camelos às estacas quando verificou que faltava uma estaca. Não sabendo como resolver o problema, perguntou ao mestre da caravana:
- Mestre, falta-me, uma estaca para um camelo. Como fazer?
- Não tem problema. Eles estão tão habituados a ficar presos que se tu fingires que o atas com a corda, ele pensará que está preso e nem sequer tentará sair do sítio.
O cameleiro assim fez e o camelo ali ficou toda a noite.
No dia seguinte, quando se preparavam para partir esse camelo simplesmente recusou-se a sair do sítio, mesmo quando o cameleiro o puxava com toda a força. Sem saber que atitude tomar, dirigiu-se de novo ao mestre contando-lhe o sucedido.
- Homem, respondeu-lhe o mestre. Que fizeste ontem? Não fingiste que o atavas à estaca? Então faz o mesmo hoje. Finge que o desamarras. O camelo, mal o cameleiro fingiu que o desatava da estaca imaginária, recomeçou a caminhada.

Recebi por e-mail sem autoria.

Já pensou o quanto suas crenças definem suas ações, seus pensamentos,seus sentimentos? Elas te aprisionam ou te libertam? Refletir sobre estas questões podem definir nosso caminhar sem amarras habituais e/ou ilusórias ou acorretado pelas amarras de convenções e/ou regras estabelecidas com pouco - ou nenhum - discernimento.

Foto by elisa, Hotel Jardim Atlantico, Ilhéus(BA).

Escolhas




Fazer escolhas, sobretudo as excludentes, não é fácil. É interessante pensar como estas escolhas mudam ao longo do tempo, no entanto, mesmo que não tão acertadas, estamos sempre buscando a alegria, o prazer de viver. Acertar e/ou errar é próprio de quem tenta, é próprio de quem busca, de quem escolhe. É escolhendo que aprendemos... O que você tem escolhido, as escadas rolantes que exigem menor esforço ou caminhar nas escadas "tocantes" que exigem algum esforço mas que trazem alegria e prazer?

A agencia de publicidade DDB e Volkswagen reuniram-se para criar um experimento chamado Fun Theory ("teoria divertida"), uma tentativa bem lúdica de tentar mudar os hábitos sedentários dos moradores da capital Sueca, Estocolmo. Para isso, transformaram as escadas de uma estação de metrô em um piano, o que aumentou surpreendentemente o uso das escadas em 66%.